Desde que a Ponte do Fandango foi totalmente interditada para obras, a rotina de quem precisa entrar ou sair de Cachoeira do Sul virou um teste de resistência. A balsa, que deveria ser a solução paliativa, tornou-se o epicentro de conflitos. Nos últimos dias, o cenário foi de nervos exaltados e discussões acaloradas entre motoristas que questionam a preferência de passagem de determinados veículos.
O Nó na Garganta (e na Fila) O “bate-boca” nas filas de espera reflete o cansaço de quem encara horas sob o sol. A polêmica gira em torno da lista de prioritários: sem uma fiscalização rígida ou critérios claros aceitos por todos, quem está na fila comum sente-se prejudicado, o que tem gerado confrontos verbais diretos na rampa de acesso.
MP entra em campo Diante do agravamento da situação, o Ministério Público (MP) interveio. O órgão solicitou ao DNIT informações urgentes sobre:
- Segunda Balsa: Em que pé está a licitação para o reforço no serviço?
- Redução de Impactos: Quais medidas práticas estão sendo tomadas para diminuir o tempo de espera?
A Promotoria já sinalizou que, dependendo das respostas, pode avançar para recomendações formais, acordos ou até uma ação judicial. Além disso, o Ministério Público Federal (MPF) foi acionado para uma possível atuação conjunta, já que a rodovia e a ponte são de competência da União.
